segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Californication...

Dear, karen...
if you're reading this, it means I
actually worked up the courage to mail it.
So, good for me.
You don't know me very
well but you get me started,
I have a tendency to go on and on
about how hard the writing is for me.
But this...
this is the hardest thing

I've ever had to write.
There's no easy way to say
this, so I'll just say it.
I met someone. It was an accident.
I wasn't looking for
it. I wasn't on the make.
It was a perfect storm. She
said one thing. I said another.
Next thing I knew, I wanted to spend the rest
of my life in the middle of that conversation.
Now there's this feeling in my gut.
She might be the one.
She's completely nuts...
in a way that makes me
smile
-- highly neurotic.
A great deal of maintenance required.
She is you, karen.
That's the good news.
The bad is that I don't know
how to be with you right now
And it scares the shit out of me.
Because if I'm not with you right now, I
have this feeling we'll get lost out there.
It's a big, bad world
full of twists and turns,
and people have a way of
blinking and missing the moment...0
the moment that could've
changed everything.
I don't know what's going on with us,
and I can't tell you why you should waste
a leap of faith on the likes of me...
but, damn, you smell
good -- like home.
And you make excellent coffee.
That's got to count
for something, right?
Call me.
Unfaithfully yours, hank moody.

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

...

terça-feira, 15 de Setembro de 2009

P**as de 501, o desafio dos testes psicotécnicos

Ora que nome tão rebuscado... foi uma "private joke" que se tornou num post...

Insegurança ou um simples gosto por formulários enfadonhos que "necessitam" de ser preenchidos?

Talvez um misto... Não falo de mim, não falo em ninguém em especifico, generalizo mas com algum medo dessa palavra... os medos subjacentes a um passado triste e perturbador que deixaram cicatrizes daquelas que têm que levar uns 10 pontos ou mais para fecharem bem, fazem o favor de dizer que estão lá nos momentos mais inoportunos e desnecessários. Porque é que o passado que já lá vai tem de ser comparado com o presente, trocando por miúdos, porque é que alguém tem que pagar pelos erros de uma pessoa que foi menos correcta no passado?

Muitas vezes a forma mais fácil de fazer a distinção mental do "és como o meu ex..." são aqueles testes de personalidade tão subtis, para quem tem experiência no ramo ou para quem tem uma mente à Sigmund Freud. Mas há pessoas que não sabem como o fazer, ou mesmo quando devem parar,dando a clara ideia de que têm uma insegurança gritante, há sempre o comentário cliché de os homens serem uns bons vivants e serem P**as de 501... é como tudo na vida.. há o bom, o mau e o vilão.

Nesses casos fico com a ideia de que à mínima situação infundada (coisa raramente visível para quem sofre deste problema), a tendência é colocar um rotulo na "vitima" "empacotá-la" e "expedi-la"... Somos pessoas e não mercadoria, temos sentimentos e não prazo de validade...

P.S.:Tenho noção que estou só a defender uma parte da questão...

quarta-feira, 29 de Julho de 2009

IMPORTANTE! É FAVOR VISITAR ESTE BLOG!

Façam uma boa acção...

http://animalinracional.blogspot.com/

Caetano Veloso - Sozinho...

deja vú?

Algo a ter em conta...

Penso que é legitimo nos questionarmos sobre tudo ou quase tudo que faz parte da nossa vida, a ideia de comodismo nunca me agradou na vida, no dia que achar que tenho tudo na vida, que estou 100% realizado, corto os pulsos... Sou a favor da constante busca por algo melhor ou melhorar o que nos complementa, isto é, fazer com que o que nos enche a alma tenha um sorriso na cara todos os dias a qualquer hora.

Se assim não fosse o homem inventava a roda e por ai ficava... mas não, ele evoluiu... e isso não o atrasou em nada.

Muitas vezes, sim é verdade, só nos questionamos quando as coisas acabam, será errado procurar um porque? um motivo? as pessoas não mudam como o tempo lá fora... penso que faz sentido questionar antes, durante e depois.... mas lá está, para dançar o tango é preciso duas pessoas...
Não sei onde deixei o amor próprio e o orgulho, não está no bolso destas calças... devem ter ido para lavar...

segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Nunca o nome do blog fez tanto sentido.. curioso... inicialmente nem pensei que alguma vez diria isto de uma forma tão séria.

A vida dá muitas voltas... ou nós é que damos muitas voltas na vida em jeito de carrossel... Porquê é que não conseguimos seguir a nossa linha, o nosso percurso sem ser abalroados? Porquê....?

Quando alguma adversidade surge quantas vezes dizemos, "eu sei como lidar com a situação" é quando as coisas correm mesmo mal... o consciente sentido errado das coisas....

sei lá....

Muitas vezes tocamos as nossas esperanças, sonhos e desejos... quando tudo surge com naturalidade, tudo parece tão simples tão bom...

De um momento para o outro tudo se transforma num saco de ilusões, desci a montanha mais alta do mundo, mais depressa do que subi...

sei lá o que vai ser o dia depois... sei lá o que vou pensar...

sábado, 16 de Maio de 2009

Lost...

Não sou muito apologista de meter videos aqui, mas este entra para a lista dos favoritos, acho que é impossviel não gostar desta música.

segunda-feira, 2 de Março de 2009

'Lomo'ices...



Apesar das entradas de luz... gostei...

domingo, 1 de Março de 2009

Pequenos caprichos...

Ora porque penso que as coisas boas são para partilhar, aqui fica uns links que penso que sejam muito interessantes:

http://www.magnumphotos.com/Archive/C.aspx?VP=XSpecific_MAG.AgencyHome_VPage&pid=2K7O3R1VX08V

http://www.worldpressphoto.org/

http://www.lomografiaportugal.com/html/loja_star.html

http://www.lomography.com/

http://www.bracodeprata.org/

http://retratosasexta.blogspot.com/

http://www.zedosbois.org/

http://aquelamusicanuncio.blogspot.com/

http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/index.asp

http://clix.escape.expresso.pt/

São só alguns...

Desabafo...

Quero ir a Barcelona ponto final parágrafo

Por detrás da máscara...


Será que se houver uma máscara, as pessoas deixarão de ser avaliadas pelo o que o exterior mostra?
Parece que muitas vezes aquele velhinho cliché "o interior é que conta" não passa de um "para parecer bem", infelizmente muitas vezes é assim... infelizmente as pessoas são muitas vezes usadas dessa forma...

still alive...

não... este blog não acabou...

Por motivos os quais o autor deste blog é alheio, presume-se que tenha sido a inspiração a fugir para lugar desconhecido... e 2 meses e umas migalhas depois, estou de volta ao activo, espero eu... fazendo minhas parte das palavras de alguém bem conhecido.... Próxima Estación... Inspiración...

quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Foreigner - I Want To Know What Love Is (Live2002)

Ora... fiquei vidrado...

quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Porque não são simples palavras...

Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.

É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.

É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.

Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.

É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.

Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.

Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.

O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.

Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.

Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.

E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.

Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.

E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.

Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.

E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.

E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.

Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.



Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.

Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.

Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.

Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.

Esta vitória é vossa.

E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.

Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.

Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.

Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.

O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.

Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.

Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.

Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.

Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.

Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.

Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.

Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.

Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.

Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.

Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.

São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.

Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.

E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.

E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.

Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.

É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.

Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.

Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.

E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.

Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.

Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.

Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.

Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.

Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.

E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.

Sim, podemos.

América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?

Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.

Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.

Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América


Barack Obama, 04/11/2008, Chicago

Neste dia ouviu-se um dos discursos mais humanos e tocantes de sempre...

terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Sunset...


Simplesmente lindo...

terça-feira, 16 de Setembro de 2008

A felicidade é a próxima à direita...

Enganei-me na rua... mas penso que já sei o caminho...

hi stranger...!

Estranho dia o meu... fez mossa...abanou...agitou...mudou...

"Caindo na real"...

quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

Vive...

quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Randy Pausch Last Lecture

Vale a pena ver até ao fim... uma lição de vida...

I have a dream...

Apetece-me sonhar...
Entrar numa espécie de "twilight zone", parar a respiração e manter o mundo em suspenso, mudar o curso natural das coisas, ser rebelde por momentos...sair de casa sem destino, chegar sem hora marcada...

De volta...

Após um mês e meio completamente "out", está de volta a velha rotina.
Milfontes fantástico...
Aquele cantinho de Cascais idem....
entre outros...
Sempre com a velha guarda, companheira de tantas noitadas, de tantos momentos únicos que o tempo e a memória nunca irão apagar...


a todos vós um forte abraço...

quinta-feira, 10 de Julho de 2008

Where the Hell is Matt?

Este vídeo tocou, pela simplicidade...pelo "melting pot", fenomenal!

quinta-feira, 12 de Junho de 2008

Out of...

terça-feira, 3 de Junho de 2008

I'll Be Waiting

Simplesmente...

As long as I'm living, I'll be waiting...

O piano faz-se ouvir... faz-se sentir... devagarinho vai conquistando tudo e todos...
Cada batida...
Cada acorde...vai arrebatando...cada verso é um espelho daquilo que todos nós já sentimos ou fizemos sentir... muitas vezes sofremos na esperança que algo mude...esperando por um sinal, por algo que nos contemple...

As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there

...por algo que faça sentido...
por algo que nos faça viver... eu espero...

segunda-feira, 2 de Junho de 2008

I'll be waiting...

He broke your heart
He took your soul
You're hurt inside
Because there's a hole
You need some time
To be alone
Then you will find
What you always know

I'm the one who really loves you baby
I've been knocking at your door

As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there

I've seen you cry
Into the night
I feel your pain
Can I make it right?
I realized there's no end inside
Yet still I'll wait
For you to see the light

I'm the one who really loves you baby
I can't take it anymore

As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there

You are my only one, I've ever known
That makes me feel this way
Couldn't on my own
I want to be with you until we're old

You have the love you need right in front of you
Please come home

As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there

domingo, 18 de Maio de 2008

Há sempre um "mas"...

O outro lado da questão...
o reverso da medalha...
o que se pensa sempre...
e nem sempre se diz... Onde a coragem foge e o outro olhar faz recuar as palavras...
Medo?
Insegurança?
Orgulho?
Mentira?
Poderia ser muita coisa... e muita coisa ficaria por dizer depois desse "mas..." omitido... escondido... recalcado...
Fica-se sem saber o outro lado da história muitas vezes sem um final feliz, outras nem por isso...
"Porque é que tem que ser assim?"
"Não sei...mas..."

quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Creep...